#Protestos BR em pauta

O segundo debate do Conexões Globais de sábado, 25, pautou a tecnopolítica dos protestos que ocorrerem em junho de 2013. As multicamadas da rede, com diversos núcleos que não se cruzam nem dialogam foram itens apontados por Digital Tiago Pimentel, diretor da InterAgentes Comunicação Digital. Fatores como identidades coletivas e mudanças de paradigmas marcaram as jornadas de junho.

“A maior parte dos tweets de veículos realçavam a violência”. Essa é análise de Raquel Recuero, professora e pesquisadora da Universidade de Pelotas, a cerca das jornadas de junho. Raquel enfatizou que a cobertura feita pela mídia fomentou narrativas de violência sobre os protestos. “Enquanto os manifestantes relatavam no twitter movimentos pacíficos, a imprensa enquadrava a violência nas ruas”.

Conforme Fábio Malini (Labic/UFES), os coletivos de cultura digital que faziam a transmissão ao vivo dos protestos foram fundamentais para o tráfego da rede em junho de 2013. “O #vemprarua não foi um movimento unívoco, é um movimento equívoco, e tem uma disputa seríssima dentro dele”, afirmou.

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